A Patinagem Artística é a modalidade que alia técnica, precisão, equilíbrio, proeza e estética à música. Disciplina de grande exigência e disponibilidade física, mistura desporto com arte. De acordo com a Federação Portuguesa de Patinagem (FPP), a modalidade surgiu em Portugal na década de 50. Actualmente, este é um desporto que não tem a devida visibilidade em Portugal, mas que, mesmo assim, atrai muitos jovens e tem produzido grandes valores para o desporto, como é o caso de João Reis, jovem patinador do Hóquei Clube de Santarém, vice- -campeão nacional de cadetes. Recentemente, o atleta de 14 anos conquistou o 6º lugar, no seu escalão, no Campeonato da Europa de Patinagem Artística – Roana 2017, no qual Portugal esteve representado ao mais alto nível, tendo conquistado 15 medalhas, sendo seis de ouro, seis de prata e três de bronze. “Estar a competir com os melhores da Europa foi uma sensação única e ao mesmo tempo conseguir um bom resultado foi magnífico”, confessa João Reis que, nesta entrevista deixa a receita para singrar neste desporto: “Treinar muito e gostar de praticar a modalidade”.

Com que idade iniciou a prática da Patinagem Artística?

Iniciei aos 5 anos.

Porquê a Patinagem, e não por exemplo, o Basquetebol ou Futebol?

Ao mesmo tempo que iniciei patinagem também praticava Hóquei e futebol, mas acabei por gostar mais da patinagem, andar sobre rodas é fixe.

Quantas vezes treina por semana, e quanto tempo?

Nesta altura treino mais porque tenho provas internacionais, mas normalmente treino quatro vezes por semana num total de 6 a 8 horas semanais.

O que é mais difícil na Patinagem Artística?

Os saltos é o mais complicado.

O que é preciso para se ser um bom atleta?

Treinar muito e gostar de praticar a modalidade.

Qual é a sensação de representar o HCS em provas internacionais?

É muito fixe, porque estou a representar o meu clube de formação e coração.

O que sentiu quando conquistou o 6.º lugar no Campeonato da Europa de Patinagem Artística – Roana 2017?

Foi diferente e bom, estar a competir com os melhores da Europa foi uma sensação única e ao mesmo tempo conseguir um bom resultado foi magnífico. E claro, ter oportunidade representar Portugal é muito bom.

Até onde quer chegar na modalidade?

À melhor posição possível. Mas sonho um dia ser campeão da Europa.

Um título para o livro da sua vida?

O Jovem desportista.

Viagem?

China.

Música imprescindível?

24 Magic – Bruno Mars.

Quais os seus hobbies preferidos?

Jogar playstation e cinema.

Se pudesse alterar um facto da história qual escolheria?

Não haver incêndios e terrorismo.

Se um dia tivesse de entrar num filme que género preferiria?

Acção e comédia.

O que mais aprecia nas pessoas?

A simpatia.

O que mais detesta nelas?
A mentira.