AAS

A Associação Académica de Santarém (AAS) apresentou, este domingo, as equipas técnicas que vão treinar as cerca de três centenas de atletas inscritos para a época 2017-2018 nos diferentes escalões de formação do clube.

Num domingo que foi também de convívio entre atletas, familiares e treinadores, nomeadamente durante um almoço convívio junto aos campos, na Escola Agrária, o presidente da AAS anunciou, como novidade da nova época, a criação de uma escola de guarda-redes, segundo António Torres, “aberta a todos os meninos, independentemente do clube que representem,” bem como o reforço da equipa médica do clube para fazer face “ao elevado número de atletas” que o clube tem inscritos.

A nova época dividir-se-á por dois campos relvados, “espaço algo reduzido face ao número de jovens que temos”, admite António Torres. Contudo, o clube não perdeu a esperança de ver relvado o chamado ‘campo de cima’, onde até há poucos anos se praticava rugby.

“Apresentámos uma nova proposta para arrelvamento. Vamos tentar encontrar uma solução para que a Escola Superior Agrária possa usufruir do espaço e que o mesmo esteja também aberto aos meninos da AAS”, frisou o presidente do clube.

Outra das questões levantadas na conferência de Imprensa prende-se com as obras na sede do clube, em pleno centro histórico. António Torres referiu haver acordo para recuperar o edifício, pelo valor de 350 mil euros, tendo o clube entregue “um estudo prévio” para o efeito que aguarda resposta da proprietária do imóvel, a Santa Casa da Misericórdia de Santarém (SCMS).

Na minuta, a AAS solicita à SCMS “continuar a ser a beneficiária daquele espaço”, informou.

Outra das questões pendentes e que de certa forma preocupa António Torres, é o facto da proximidade do imóvel com a igreja de S. Nicolau obrigar a um parecer do IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico o que poderá atrasar a obra que o presidente da Académica gostaria que estivesse concluída no próximo Natal.

 

(Ler notícia desenvolvida na edição impressa do Correio do Ribatejo de 14 de Julho de 2017)

 

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