Maria Fernanda Barata (3)Estou a escrever este artigo no dia 1 de Junho, dia justamente dedicado à Criança.

As crianças de todo o Mundo merecem a atenção e o cuidado dos adultos, quer sejam pais, outros familiares, professores, encarregados de educação ou pessoas próximas.

Cabe à Sociedade e ao Estado velar pela sua segurança e fazer respeitar os seus direitos, tantas vezes ignorados ou mal compreendidos.

Em todos os países há crianças mal-amadas, que sofrem raptos, mortes e castigos violentos, diremos mesmo, que estes males constituem o “pão nosso” de cada dia.

A pedofilia é um flagelo e os grandes criminosos não deixam de existir, prosseguindo, talvez, no caminho do horrendo crime de matar a inocência de uma criança.

O trabalho infantil é uma cruel realidade e uma afronta aos direitos da criança, ser indefeso e frágil.

Há crianças que não frequentam a escola, com graves prejuízos para a sua vida futura.

Todos sabemos que a ignorância, filha do analfabetismo, impede o ser humano de ser um cidadão de corpo inteiro.

Uma sociedade democrática vela pelos mais pobres, mais velhos e mais frágeis e, se o não fizer, é uma sociedade injusta que não merece respeito.

No nosso país há muitas crianças em instituições que são o amparo dos desamparados, uns porque não têm família, outros porque são abandonados, outros porque os seus pais não têm meios para os sustentar e educar.

Essas instituições fazem “milagres”, muitas vezes com fracos recursos.

Daí a nossa admiração pelas mesmas.

Fazem votos para que as crianças do nosso país sejam feliz, tendo educação, saúde, pão, alegria, amor e paz.

Um cumprimento ao Leitor

Mª Fernanda Barata

*Texto publicado na edição impressa de 05 de Junho