Tal como referimos na última edição, antes do final do ano de 2016 ficaríamos a conhecer os novos responsáveis pela gestão da praça de toiros da capital do Sorraia, à qual haviam concorrido cinco empresas.

A decisão da entidade proprietária do tauródromo coruchense recaiu na proposta apresentada pelo antigo forcado local Alfredo Tomás, através da empresa “De Caras e Tauromaquia”, que do ponto de vista financeiro era, de facto, a mais interessante, comprometendo-se o empresário a pagar uma verba de trinta e três mil euros por temporada, o que permite um encaixe
de noventa e nove mil euros ao longo do triénio de 2017-2019. Mau grado o alerta de Paulo Pessoa de

Carvalho quanto ao facto de Alfredo Tomás e a empresa Crisalex não poderem concorrer, por não serem membros da APET, a decisão foi tomada e agora resta esperar para ver se, porventura, resultam algumas consequências desta situação. Se calhar, à boa maneira portuguesa, tudo se
resolve… Alfredo Tomás não era membro da APET? Então, inscreve-se e fica tudo legalizado… Ou nem valerá a pena inscrever- se? É que, na maioria dos casos, os acordos entre parceiros taurinos primam pela efemeridade e pela frequente excepcionalidade. Enfim, dão para tudo e para mais um par de botas!

Felicidade para o novo empresário e oxalá possa dar azo à sua afición através da elaboração de cartéis aliciantes, para gáudio dos aficionados.

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