Aos 17 anos, Lázaro Menino, nascido em Santarém, acaba de apresentar o seu primeiro álbum de originais intitulado “O mundo lá fora”. Com influências de Sam Smith e Diogo Piçarra, o objectivo deste jovem artista é conseguir viver da música em Portugal, chegando ao topo no seu país e ser conhecido lá fora.

Como se define musicalmente?

Para ser sincero, ainda não me posso definir exactamente, nem o que sou, nem o que posso vir a ser no mundo da música, por ser ainda muito novo, mas com a minha vontade e com o esforço que tenho mostrado acho que posso chegar longe neste meu grande sonho que é fazer da música a minha vida.

Como nasceu este projecto?

Este projecto nasceu primeiramente só para fazer parte da minha Prova de Aptidão Profissional, para finalizar o Curso de Técnico de Multimédia onde estou inserido na escola Dr. Ginestal Machado, mas depois vi que tinha pernas para andar e decidi procurar as pessoas certas para me apoiarem e ajudarem, nisto. Refiro-me ao Sr. João Madeira, Guilherme Madeira, João Madeira Jr. e Bruno Velez.

E porquê a escolha do nome “O mundo lá fora” para o álbum de estreia?

Escolhi “O Mundo Lá Fora” como nome do meu primeiro projecto porque passei por uma fase menos boa da minha vida, entre o falecimento dos meus avós… relações que, na adolescência, pensamos que são para sempre mas afinal não é bem assim… Nessa altura eu refugiava-me muito na música, não saía à noite com os meus amigos para ficar em casa a escrever letras e tocar guitarra, mas foi com a música que consegui ver que a vida continua e que nada é para sempre. Foi por isso que escolhi “O Mundo Lá Fora”, para mostrar às pessoas o meu mundo lá fora, onde não estão as ‘chatices’ do dia-a-dia, nem os problemas, mas sim tudo o que há de bom nesta “coisa” a que chamamos vida.

Quais são as suas grandes referências musicais?

Em Portugal, a minha grande referência musical é, sem dúvida, o Diogo Piçarra não só pelo talento enorme que tem mas também pelo ser humano fantástico que ele é. No estrangeiro, tenho duas grandes referências também que são o Sam Smith e o Rag’n’Bone Man.

O que ambiciona para o futuro deste projecto?

Acho que este projecto ainda vai dar que falar. Quero brevemente lançá-lo nas plataformas digitais e depois em formato físico se assim for possível.

Há algum sitio em particular onde gostaria de actuar?

Coliseu do Porto e Lisboa, são dois grandes objectivos que tenho, mas “voando” mais um bocado posso falar do Royal Robert Hall, em Londres.

Com quem gostaria, um dia, de partilhar o palco?

Sem dúvida, o Sam Smith.

O facto de utilizar as plataformas digitais para a divulgação do seu trabalho é uma mais-valia?

Claro que sim, hoje em dia a internet ajuda imenso na divulgação de novos projectos.

Que novos projectos tem na forja?

Novos projectos? Não posso revelar, o que seria a vida sem surpresas?

E quanto a concertos, quais são as próximas datas?

Tenho um próximo concerto este Verão que conta para o projecto “Verão In Santarém” nas Portas do Sol, em Junho, mas estou sempre aberto a novos contactos e concertos.

Um título para o livro da sua vida?

“O Mundo Lá Fora”.

Viagem?

Tailândia.

Música imprescindível?

Lay Me Down, do Sam Smith.

Quais os seus hobbies preferidos?

Tocar guitarra, editar vídeos e cozinhar.

Se pudesse alterar um facto da história qual escolheria?

O Trump ter sido eleito presidente dos Estados Unidos da América.

Se um dia tivesse de entrar num filme que género preferiria?

Um filme de terror talvez, mais propriamente sobre factos paranormais.

O que mais aprecia nas pessoas?

A sinceridade.

O que mais detesta nelas?

Falta de sentido de humor.

Acordo ortográfico. Sim ou não?

Sim.