Foi em meados do século X, antes da era cristã, que apareceram aqui em Esca-Ábidis turistas Fenícios e Gregos.

Queriam pernoitar no parque de campismo, e almoçar no Quinzena. Segundo escrituras daquele tempo, os Fenícios viram-se gregos com os Gregos, porque estes eram vegetarianos e eles só queriam nacos de toiro bravo com vinho tinto da região. O SEF – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras – expulsou-os da península por provocarem desacatos.

No século VI verificou-se novo fluxo de turistas, desta vez com Cartaxineses, assim chamados por serem oriundos do Cartaxo, e terem os olhos em bico. Instalaram-se por todo o burgo com o seu comércio a retalho, mas acabaram por fechar as lojas que tinham no povoamento e este ficou despovoamentado.

Depois, no século IV a. C., vieram os Celtas que estacionaram nas traseiras do Shopping, e, ao contrário do que era hábito, ficaram por cá uns tempos a fazer compras no comércio local. Os lusitanos ficaram contentes, e fizeram alianças com eles, dando início ao período histórico da geringonça celto-lusitana.

Mais tarde os Romanos invadiram a península, e acharam o burgo estrategicamente muito bem situado, e com bons acessos à A-1. Conquistaram a praça, e o imperador Júlio César instalou-se numa banca do mercado a vender romãs de Roma. A praça ficou com o nome de Proesidium Jullium, porque o Jullium ía dormir ao Presídium, na António Maria Batista.

A seguir chegou o seu primo Octávio, homem alto e forte que calçava o 47, e baptizou a cidadela como Scalabicastrum (desodorizante para pés).

Os povos bárbaros, que há muito desejavam visitar as Portas do Sol, meteram centenas de Alanos e Vândalos em autocarros, e aqui chegaram expulsando os romanos, que tiveram de refugiar-se na Adega Cooperativa de Alcanhões.

A povoação passou então a ter o nome de Escalabis por terem feito escalada nas muralhas do castelo. Vieram depois turistas Suevos do Cala o Bico Futebol Clube, que em sua homenagem lhe chamaram Calabicastrum. Seguiram-se os Visigodos que ao atravessarem a ponte D. Luis viram o corpo de uma virgem a boiar nas águas do Tejo, e logo lhe chamaram Santa Irene (protectora de todas as virgens).

Anos mais tarde, e face à oferta turística que a cidade proporcionava, chegaram os Mouros que a nomearam Xantarim. Recentemente, com o novo acordo ortográfico, Xantarim passou a escrever-se Santarém.