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A direcção da União Desportiva de Santarém (UDS) apresentou ontem publicamente um projecto para a construção de uma ‘Cidade Desportiva’ no Campo Emílio Infante da Câmara.

Segundo o presidente da Assembleia Geral do clube, José Gandarez, trata-se de “um projecto ambicioso” e que “tem de ser a cidade a querê-lo”, daí a opção por ter aberto o debate à população.

Numa sessão amplamente participada, que decorreu na sala da Assembleia Municipal, na ex-Escola Prática de Cavalaria de Santarém, Gandarez explicou que o plano passa pela construção de um estádio de raiz no espaço do actual campo Chã das Padeiras – ampliando a capacidade para 4 mil espectadores – para além de mais dois campos de futebol de 11, para os escalões de formação e para outras modalidades, como o rugby, um campo de futebol de 7 e dois de 5, um campo de padel, ginásio, um centro de formação desportiva e uma pista de atletismo.

Segundo o responsável, uma das formas de financiar o projecto, orçado em 15 ME, será a cedência de exploração de um restaurante a construir neste complexo, assim como um centro comercial, para além de investimento privado e eventuais candidaturas a fundos comunitários.

Em cima da mesa está também a implantação de um pavilhão multiusos na Praça de Toiros, numa parceria com a Santa Casa da Misericórdia, proprietária da ‘Celestino Graça’.

Da autoria do arquitecto Tomás Salgado – que projectou a Cidade do Futebol da Federação Portuguesa de Futebol – o plano, para avançar, necessita da cedência do terreno, que é propriedade municipal.

“O que pedimos é que a Câmara de Santarém nos faça a cedência do espaço durante dez anos. Se no final desse tempo, o projecto não estiver implementado, o direito de superfície reverte para o município”, declarou José Gandarez.

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*Ler mais na edição de 24 de Fevereiro

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